
Existe um ditado sábio que reza assim: Dementes, crianças e indigentes não se podem levar a sério. E há ainda outro, que alguém importante citou há pouco tempo: Quem mal fala, sua boca suja. Ou ainda este outro: As acções ficam com quem as pratica.
Se é difícil lidar com uma mulher histérica, imagine-se um homem histérico. O histerismo é sempre sinal de fraqueza e, por isso, é agressivo: inicia-se com gritos, insultos e ameaças verbais, depois ameaças físicas e, por vezes, chega-se a agressões físicas. Mesmo não existindo estas, os danos morais ficam com quem é agredido. Por isso, não obstante a verdade dos provérbios, é aconselhável as vítimas não se fiarem nos ditos e tomarem previdências to keep the loonies at bay, como bem dizem os ingleses.
Cada vez há mais homens que tratam as mulheres assim, obviamente aquelas que não controlam e que, consequentemente, receiam. Eu já conto com uma série de intimidações deste tipo na história da minha vida, porque não deixo que me ponham a pata em cima, nem aturo desaforo e má educação, sobretudo de gente a quem não dei confiança. Daí já ter calo suficiente e saber como tratar com os anormais em causa, que não passam de cobardes, quando não impotentes. Normalmente tomo boa nota da ocorrência, lanço um aviso, e o figurão recua. Porém, há situações em que fazer queixa à Polícia é a única forma de salvaguardar a distância necessária à minha segurança. Também é positivo haver testemunhas das ameaças, sobretudo quando o pulha chega ao ponto de gritar que fará desaparecer quem ameaça. Pela amostra que aqui fica, deixo aos meus leitores a liberdade de imaginarem o resto da esterqueira verbal que foi arremessada hoje contra a minha pessoa, sem que eu nada tivesse feito para a provocar. São os custos de ser uma mulher livre, corajosa e inteligente, cuja simples existência incomoda muitos senhores feudais e seus escravos poltrões.
Assim, como os insanos são imprevisíveis e estão muito interessados em correr comigo da casa onde vivo (ao ponto de roubarem massa da parede) passarei a ter à mão uma das mais tradicionais armas de defesa contra a falta de massa cinzenta: o rolo da massa. Pode ser que calhe ter de partir os dentes a alguém, antes que mos partam a mim.
Se é difícil lidar com uma mulher histérica, imagine-se um homem histérico. O histerismo é sempre sinal de fraqueza e, por isso, é agressivo: inicia-se com gritos, insultos e ameaças verbais, depois ameaças físicas e, por vezes, chega-se a agressões físicas. Mesmo não existindo estas, os danos morais ficam com quem é agredido. Por isso, não obstante a verdade dos provérbios, é aconselhável as vítimas não se fiarem nos ditos e tomarem previdências to keep the loonies at bay, como bem dizem os ingleses.
Cada vez há mais homens que tratam as mulheres assim, obviamente aquelas que não controlam e que, consequentemente, receiam. Eu já conto com uma série de intimidações deste tipo na história da minha vida, porque não deixo que me ponham a pata em cima, nem aturo desaforo e má educação, sobretudo de gente a quem não dei confiança. Daí já ter calo suficiente e saber como tratar com os anormais em causa, que não passam de cobardes, quando não impotentes. Normalmente tomo boa nota da ocorrência, lanço um aviso, e o figurão recua. Porém, há situações em que fazer queixa à Polícia é a única forma de salvaguardar a distância necessária à minha segurança. Também é positivo haver testemunhas das ameaças, sobretudo quando o pulha chega ao ponto de gritar que fará desaparecer quem ameaça. Pela amostra que aqui fica, deixo aos meus leitores a liberdade de imaginarem o resto da esterqueira verbal que foi arremessada hoje contra a minha pessoa, sem que eu nada tivesse feito para a provocar. São os custos de ser uma mulher livre, corajosa e inteligente, cuja simples existência incomoda muitos senhores feudais e seus escravos poltrões.
Assim, como os insanos são imprevisíveis e estão muito interessados em correr comigo da casa onde vivo (ao ponto de roubarem massa da parede) passarei a ter à mão uma das mais tradicionais armas de defesa contra a falta de massa cinzenta: o rolo da massa. Pode ser que calhe ter de partir os dentes a alguém, antes que mos partam a mim.
.