Naquela manhã, o ancião esperou acordado que os primeiros raios de Sol surgissem por entre as nuvens acinzentadas. Havia terminado a maior noite do ano. Era o começo do dia mais pequeno do ano. O ancião sorriu na expectativa do dia seguinte.
Ao meio-dia, o adulto seguia apressado pela rua, protegendo-se no abafo quente do vento do Inverno que começava nesse dia. Olhou para o céu, na direcção do Sol, que brilhava por entre as nuvens brancas, e parecia parado no firmamento e pensou: "Tanta coisa para fazer e os dias tão pequenos! Ainda bem que hoje já é o Solstício. Amanhã o dia será maior!"
Ao pôr-do-Sol, a criança lia um livro sobre as festividades celebradas, desde os tempos mais remotos, nessa época do ano por todos os povos da terra . Os celtas chamavam-lhe YULA, os romanos SOL INVICTUS, na Mesopotâmea o triunfo de Marduk sobre os monstros do caos e, a partir do século IV, os cristãos mudaram-lhe o nome para uma palavra que a criança bem conhecia, mas cujo significado não entendia na totalidade.
No dia seguinte, o ancião, o adulto e a criança constataram que o Sol se punha uns segundos mais tarde do que no dia anterior. A criança percebeu o que os mais velhos já sabiam: que o Sol renasce todos os anos e com cada novo ano solar nasce um novo ciclo de vida. A criança compreendeu que a humanidade comemora, afinal, a esperança no renascimento e, por isso, acende velas, luzes e fogueiras para afastar as sombras e a morte.
A partir de então, a criança (depois adulto e depois ancião) sentiu-se sempre particularmente feliz cada vez que desejava a alguém : "Feliz Natal!"
NOTA: O Solstício ocorreu às 18 horas e 35 minuros. Bom Ano Novo !
Ao meio-dia, o adulto seguia apressado pela rua, protegendo-se no abafo quente do vento do Inverno que começava nesse dia. Olhou para o céu, na direcção do Sol, que brilhava por entre as nuvens brancas, e parecia parado no firmamento e pensou: "Tanta coisa para fazer e os dias tão pequenos! Ainda bem que hoje já é o Solstício. Amanhã o dia será maior!"
Ao pôr-do-Sol, a criança lia um livro sobre as festividades celebradas, desde os tempos mais remotos, nessa época do ano por todos os povos da terra . Os celtas chamavam-lhe YULA, os romanos SOL INVICTUS, na Mesopotâmea o triunfo de Marduk sobre os monstros do caos e, a partir do século IV, os cristãos mudaram-lhe o nome para uma palavra que a criança bem conhecia, mas cujo significado não entendia na totalidade.
No dia seguinte, o ancião, o adulto e a criança constataram que o Sol se punha uns segundos mais tarde do que no dia anterior. A criança percebeu o que os mais velhos já sabiam: que o Sol renasce todos os anos e com cada novo ano solar nasce um novo ciclo de vida. A criança compreendeu que a humanidade comemora, afinal, a esperança no renascimento e, por isso, acende velas, luzes e fogueiras para afastar as sombras e a morte.
A partir de então, a criança (depois adulto e depois ancião) sentiu-se sempre particularmente feliz cada vez que desejava a alguém : "Feliz Natal!"
NOTA: O Solstício ocorreu às 18 horas e 35 minuros. Bom Ano Novo !