Não, não foi encontrado nenhum manuscrito inédito de Eça de Queiroz.
Apenas um dos volumes das suas Obras Completas, edição Livros do Brasil, encadernação
de luxo, que me pertence, desapareceu da minha casa, mais especificamente, do meu quarto.
Imaginem o que sentiriam se a vossa privacidade fosse invadida e os vossos bens fossem abusados desta forma.
Nada de novo, como sabem, pois as entradas ilegais e furtos no meu
domicilio há muito que estão denunciados. E o modus operandi também não muda, dado que de 27 volumes roubaram somente um. Chama-se a isto lixar uma colecção de livros, o que acontece
pela terceira vez, em três colecções diferentes, uma do meu pai e duas minhas.
Mas temos de nos questionar acerca da razão porque foi escolhida a obra
intitulada Ultimas Paginas Dispersas.
Parece óbvio que terá sido por representar ameaça de morte e também intimidação ligada a heranças.
A guerra não tem fim, pois os rufias acham sempre que se safam agredindo os outros, por mais que eu avise de que se avançarem contra mim será a sua desgraça.
Pois que vão escrevendo os próprios testamentos e depois lhes deem uso cabal, que o mundo vai ficar bem melhor sem as suas nojentas presenças. O que eu tenho mais contra os ditos são provas de aleivosia, assalto a residência, roubo, espionagem, agressão, difamação, corrupção, fraude e organização criminosa.
Como diria o grande Eça: Rapazes, que espantoso funeral!
P.S. A lista do que me foi sendo roubado já vai longa, mas isso não significa que eu não venha ainda a descobrir outros furtos, como ocorreu com um blusão de cabedal, que custou mais de 200 Euros (pertencente ao meu irmão) e que foi usado com todo o descaramento pelo ladrão em Lisboa e depois enviado para familiar fora, segundo o que me constou.
Na mesma lista tenho ainda de incluir uma molheira com tampa, parte de um serviço Vista Alegre 1881, que foi dos primeiros objectos a serem furtados, talvez por ser pequena, rara e valer cerca de 100 Euros, ou por ter qualquer significado tétrico, como tu
do parece ter nesta pouca vergonha diabólica, de que sou vitima desde 2009.
do parece ter nesta pouca vergonha diabólica, de que sou vitima desde 2009.
Exigi sempre que tudo fosse devolvido e nisso insisto. Quem roubou sabe o que levou, sem que haja enganos. Devem deixar tudo na minha porta, mas nunca mais por ela entrarem. Se tal não fizerem, irão de mal a pior. E eu acabarei por vos apanhar. Amen!!!
P.S. 2 Fevereiro 2017
Já se tratando de um segundo processo contra o mesmo individuo, e terceiro a envolver a família, em qualquer Estado normal se investigariam as minhas queixas. Mas não. Em vez disso, enviam-se arquivamentos baseados em baboseiras legais, que se virarão contra quem as decretou quando o delinquente em causa seja denunciado por outras ofendidas, que sei que existem. Nessa altura, estas pseudo-Eminencias Legais terão de se esconder dos holofotes, e adeus belas carreiras.
Ou talvez não, porque neste caso não assinaram o que decretaram, o que torna a notificação...ilegal. Tanto trabalho para um resultado tão patético e ridículo, mas surpreendidos não fiquem, que eu já estou habituada a quem assine sem se identificar e a quem se identifique sem assinar, porque isso não se deve a incompetência, mas a mais do que provável conveniência, como acabei de demonstrar. Ou, como diz o povo, quem tem cu, tem medo... e o estafermo em causa sabe distinguir a diarreia da prisão de ventre, não obstante ter sido também, obviamente, um bad high-school student. Resumindo, um perigo que deve ser vigiado 24 horas nos 7 dias da semana, para evitar males maiores.
Mas eis que agora com o Trump, mesmo quando seja para tramar os outros, tem tudo de ser assinado em publico e bem identificado, grande azar. Deixou de haver lugar para ilegalidades óbvias, nem para desresponsabilizações, nem mesmo em... recibos inventados, por exemplo. A merda a quem a ordena, digo eu e assino por baixo.
Ao fim e ao cabo, toda a ocorrência soa a ameaça contra mim, que tem sido repetidamente manifestada pelos patrões da criatura. Portanto, ao não funcionar a justiça, não vou denunciar isto legalmente, porque para nada me vai servir a assinatura em falta.
Para responder ao bullying, como se diz em francês, cherchez l´argent! Com oito anos de juros.
Para responder ao bullying, como se diz em francês, cherchez l´argent! Com oito anos de juros.
