
Já o tinha escrito antes, glosando os franceses: a terceira fodeu-se! Melhor ainda: fodeu tudo o que restava de decente em Portugal. Falo da terceira república, claro, este regime mafioso de corruptos e pedófilos, que queima os últimos cartuchos com as celebrações de um centenário que pouco tem para comemorar.
E porque não sou monárquica, e exactamente porque a república democrática é para mim o melhor regime político que existe, sei do que falo e faço-o com a autoridade da sabedoria e da moral. Ser republicano é servir o Estado de direito. Ao inverso, por aqui, é levar as leis por onde querem os reis. Foram 100 anos de trampa em trampa, até à beira do abismo onde nos encontramos.
A primeira república foi uma ditadura terrorista, endeusada pela esquerda que assim pretende escapar às responsabilidades pela dita tragédia, que deixou o país exangue e na bancarrota, o que provocou uma ditadura mesquinha e paroquial, a segunda república, que a mesma esquerda apelida de fascista, que nunca foi, e que nem sequer considera república, numa paradoxal sacralização do nome do regime, como se a república nunca pudesse ser ditadura, ou melhor, como se a república fosse património exclusivo da esquerda e esta fosse sinónimo de democracia, em mais uma demonstração de demagogia e ignorância, sempre muito aplaudida na terceira república, esse fartar vilanagem transformado em salve-se quem puder vestido de politicamente correcto, onde se fazem as maiores patifarias por debaixo dos panos, públicas e privadas, com a mesma falsidade e brutalidade das repúblicas anteriores, mas com muito mais falta de vergonha, pois a honra é coisa reaccionária, e o povo cala e come e não merece mais.
Até um dia, como sempre aconteceu na história de Portugal. Aí teremos a quarta república, ou não teremos mais país independente. A morte do regime pode já não ser suficiente, porque o mal ter-se-á apoderado da própria existência do país, impossibilitando-lhe a soberania. Este governo miserável meteu-nos debaixo da pata do urso de que é escravo. Para que haja futuro com o mínimo de liberdade e decência, a corja instalada no poder tem de desaparecer de vez. Ala, que já tarda!
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(Para quem acha que estou a ser ordinária nas formas de tratamento, respondo que a corja luso-russa não merece mais, depois de ter feito o que me fez e continua a fazer e, sobretudo, o que fez e continua a fazer aos meus pais. É imperdoável! E vão ter o que merecem! Todos os criminosos serão punidos, incluindo a ralé dos vizinhos vendidos. Quem se puder queixar do mesmo, pode criticar-me; os outros não!)
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